November 22, 2009

Tradições

Filed under: Som da semana

                                     LUZ por Elsa Mota Gomes

Recuperando uma velhinha tradição aqui no blog, damos início a mais uma semana com um novo som. A escolha recai sobre uma música do álbum de tributo a Carlos Paredes, uma das minhas músicas preferidas.

Uma música que me relembra um período da minha vida que foi muito importante para mim. De luz, de calor, paixão e sentimento. O mesmo que significava a guitarra para o velho Mestre.

Uma recordação de um EU que em tempos sonhou naquilo, ainda que fosse impossível, pensou um dia que seria possível.

Espero que gostem.

November 18, 2009

Desafios

Filed under: Conversas da treta

Desafiado por: http://blogwithaview.blogspot.com

 

Para participar neste desafio é necessário:

1º Seguir as regras;
2º Levar o selo acima que identifica quem está, esteve ou estará no desafio;
3º Completar as seguintes frases:
a) Eu já …
b) Eu nunca …
c) Eu sei …
d) Eu quero …
e) Eu sonho …
4º Depois de completar a frase com as respostas indicar 5 blogs para dar sequência ao desafio

a) Eu já … sonhei
b) Eu nunca … pensei no depois
c) Eu sei … que nunca estou satisfeito
d) Eu quero … não estar aqui
e) Eu sonho … muito

Ora, como não tenho 5 blogs para desafiar… isto fica por aqui.

November 1, 2009

While my inside falls to pieces

Filed under: Estados de alma
 
 
                               Foto por Dark Shot
 
Estou sentado na sala, de frente para esta tela branca e nada me ocorre para escrever. Para onde foram as palavras? Qual foi o momento em que eu me perdi do meu caminho? Julgava saber como queria viver a minha vida. Não. Minto. Eu sei como queria viver, apenas não sabia que isso não era possível. Umas pessoas dizem que devemos viver um dia de cada vez, outros, que devemos pensar no dia de amanhã. Eu? Eu rio-me até não poder mais, quando penso na minha ignorância, no meus dias de ignorante felicidade. Até começar a sentir a dor. A dor do passado. De como tudo foi. Sim eu sei, sou saudosista.
 
O meu problema é não conseguir dissociar o meu passado, aquilo que me trouxe até este momento. Costumo dizer que, para nos sentirmos bem com a vida, connosco, então devemos aceitar os nossos defeitos, assim como nós tentamos evidenciar as nossas virtudes. Hoje chego à conclusão que deixei que os meus limites, os meus defeitos tenham formado o que agora apresento ou aparento ser. Assim consigo justificar o porquê de me sentir assim como normalmente me sinto.
 
Sim, eu faço tudo como qualquer um, levanto-me de manhã, arranjo-me, saio para trabalhar, venho almoçar, trabalho o resto da tarde, janto, saio com amigos. Até aqui tudo bem, mas… não. Tenho dias que simplesmente quero desaparecer. Esquecer todos os problemas, dúvidas, inseguranças… tudo. Levo uma vida, mas sinto-me morto por dentro. Cada dia é um dia, e nalguns deles, apenas desejo que as horas passem. Triste.
 
Gostava de poder ter a coragem para fazer um reset na minha vida, recomeçar com algo completamente diferente e novo. Abrir um restaurante por exemplo, afinal a cozinha sempre foi a minha paixão. Deve ser por isso que tantas vezes tenho amigos ao jantar nos fins-de-semana. Ou entao simplesmente porque não quero estar sozinho. Triste.
 
Engraçado… sempre que sinto não consigo escrever, as coisas mudam.
 
Tem sido sempre assim.
 
Dark Shot